Sebo – Frase do Momento

•12/10/2009 • Deixe um comentário

“Se você não encontrar a sua metade da laranja, pegue a metade de um limão, adicione gelo, açucar, pinga e seja feliz”

~Autor Desconhecido

Uhuulll

Bruno

AMR – Meet Me Halfway

•12/10/2009 • Deixe um comentário

Análise: Terceiro single do álbum “The E.N.D. (The Energy Never Dies)” do grupo The Black Eyed Peas. Lançado como single promo em Junho e como single entre Setembro e Novembro. Alcançou #1UK e #7US.

“Por que a galinha atravessou a estrada do hip-hop para o dance? Porque ela é esperta…”

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O Black Eyed Peas mudou seu rumo musical. Parece uma prova de que Will.I.Am realmente sabe o que faz em sua caminhada musical. O cara já chegou até mesmo a trabalhar com o falecido Rei do Pop, Michael Jackson. Claro que coisas como “My Humps” e “Pump It” depõem – e muito- contra ele. Mas, no final das contas, dá pra perceber que ele realmente trabalha em prol da música.

Seu grupo lançou o álbum “The E.N.D.” que obtive dois singles arrasadores nas paradas norte-americanas (“Boom Boom Pow” ficou 12 semanas consecutivas em primeiro lugar e “I Gotta a Feeling” – que não, não é uma cover dos Beatles – ficou 14 semanas consecutivas em primeiro lugar), vendendo mais de 2 milhões de cópias. Pergunta: os singles anteriormente citados mereceram tanto? Resposta: Menos, bem menos…

Só pra uma breve análise: “Boom Boom Pow” é bem divertida e deve ser uma das maiores músicas sobre o nada da história, mas não mereceu tanto assim. Já “I Gotta a Feeling” simplesmente parece um plágio da canção “Open Your Eyes” da banda Snow Patrol e mereceu menos ainda. O single em questão sim deveria ter recebido maior atenção, mas…

Meet Me Halfway” reforça o fato do Black Eyed Peas ter pulado do hip-hop para o dance. E parece que a qualidade musical subiu bastante devido a isso.

Aqui a canção tem aquele clássico: cada um faz sua parte no rap e Fergie canta para deixar a coisa mais comercial, mais “palatável” ao público. apl.de.ap (como diabos se pronuncia isso e que diabos isso significa) abre a canção com seu rap bem mais relevante do que em muitas canções na sua carreira com o grupo. Will.I.Am fica com a metade sem novidades na sua interpretação e Taboo simplesmente parece fora da casinha aqui. Parece que ele não tinha nada pronto ou não sabia o que fazer e jogou qualquer coisa na hora. Ele acabou tomando o posto de mais irrelevante do grupo de apl.de.ap. E a Fergie tem uma interpretação vocal excelente, apesar de um pouquinho chorosa. Mas não comprometeu o resultado final. Aumentou o interesse e brilho da música em pelo menos 70%. A música contém samples da canção “Maps” dos Yeah Yeah Yeahs.

O clipe é superproduzido, com os quatro membros em lugares diferentes no espaço. A qualidade e os efeitos especiais são impressionantes.

Enfim, no final das contas, o single mais valoroso lançado até agora ficou pra escanteio nos EUA (apesar do merecido #1UK). Vamos ver o que mais o grupo reserva pra gente (esperamos que não tenham alguma incursão pelo ska, com participação do The Police ou pela new wave com o Duran Duran, aí seria demais!).

Vídeo da canção:

Bruno

Quick: A Triste História de Dentinho, Um Garotinho Bêbado

•12/10/2009 • Deixe um comentário

Este vídeo devia ser usado institucionalmente para conscientizar motoristas retardados ou bêbados de plantão:

Em uma palavra: AUHuahUAHuahUAHuahUAuhaUAuahUA!!

Bruno

Quick : Criancinha Arrasando Com I’m Yours, De Jason Mraz

•12/10/2009 • Deixe um comentário

Hoje é o dia das esculhambações musicais mesmo, né?

Mas Awnn, que fofo !

Como disse um rapaz lá nos comentários : esse vídeo vai servir pro moleque pegar garotas mais tarde.

Letícia

Quick : Miley Cyrus Dança Bad Romance

•12/10/2009 • 1 Comentário

Miley resolveu pagar um micozinho e dançar Bad Romance de Lady GaGa no backstage de algum lugar qualquer :

Olha a Miley entrando pro time dazamiga!

Letícia

Single Ladies, Beyoncé e Banda Os Brothers : Hoje Eu Tô Solteira

•12/10/2009 • Deixe um comentário

Já tá virando piada né? Hoje eu tô solteira é a versão Single Ladies da banda Os Brothers, num tal de estilo chamado Melody :

Eu vou mudar de nacionalidade : de agora em diante sou irlandesa, alright?

Letícia

Vevo : Nova Era Da Música Na Internet?

•12/09/2009 • Deixe um comentário

O dia 8 de novembro de 2009 pode ter anunciado o enterro do YouTube – ou apenas mais uma tentativa frustrada de lucrar com a música na internet. O fato é que o aguardado site de música Vevo, desenvolvido por gigantes como Sony e Google (ou seja, o próprio YouTube) e que vai contar com o apoio garantido de 3 das 4 maiores gravadoras do mundo – Sony, Universal e EMI – foi lançado em uma festa na cidade de Nova Iorque com quantas celebridades se puder nomear : Mariah Carey, Bono Vox, Rihanna, Lady GaGa, Adam Lambert, Pete Wentz (tá…quem é esse mesmo?), Akon, Taylor Swift, além de dezenas e dezenas de CEOs das empresas e grupos representativos na empreitada. O grande investimento parece presságio de sucesso garantido….mas, lá no fundo, fica a dúvida : será que a monopolização da música terá espaço contra o universalismo do YouTube?

Akon, CEO da Universal Music, Doug Morris, Lady GaGa e o presidente da Interscope Geffen A&M, Jimmy Lovine - é...o negócio é sério mesmo!

Os passos do projeto estavam sendo dados muito antes de nos darmos conta, aliás : as gravadoras há muito estão lutando contra saldos negativos gigantescos por causa da “pirataria” na internet, que funciona como uma espécie de lâmina de dois gumes : ajuda a divulgar, mas faz com que as vendas de CDs e singles diminuam vertiginosamente. Um sinal no próprio site de vídeos se mostrou quando o grupo de música Warner resolveu tirar todo o seu conteúdo do Tube, devido à concorrência com vídeos postados por usuários e companhias musicais; além daquelas malditas retiradas de vídeo alegando-se conteúdo não autorizado. Então Vevo, mais que muitos outros métodos de capitalização da divulgação, como anúncios no YouTube, o advento do iTunes, o Last.fm pago, é um grande indicador de que a coisa tá ficando feia.

Doug Morris e Bono Vox

Mas o que Vevo oferece? Vídeos em excelente qualidade e conteúdo exclusivo de gravadoras, além de algumas outras empiriquitações : playlists escolhidas por artistas, as atualizações no twitter dos mesmos e outros fetiches para fanáticos. Mas ao custo de muita encheção de linguiça : o que faria o site valer a pena, financeiramente falando, é uma avalanche inacreditável de propagandas. Daquelas do tipo : seu vídeo será exibido em 9 segundos – mas enquanto isso, curta a oferta de sabão em pó! Sem contar que a tendência é as gravadoras lançarem conteúdo exclusivamente no novo site; o que já “aconteceu” com o clipe de H.A.T.E U de Mariah Carey; afinal, nossos amigos virtuais já deram um jeito de mandar o vídeo pro tubo – o qual provavelmente será deletado daqui a algumas horas…

Eu vou ser sincera : eu não faço a mínima questão de ver um vídeo na mais alta qualidade; não precisa ser na câmera de 2 megapixels também, mas o grande charme do tão consagrado YouTube é a variedade que lá se consegue : encontra-se um clipe de Beyoncé, e nos relacionados morre-se de rir com uma paródia do mesmo. Aliás, inúmeras paródias – além de entrevistas em programas, momentos constragedores do artista – e tudo postado por usuários comuns, sem compromisso com nada. Mas me diga em que planeta as gravadoras, cheias de “não me toque”s, vão disponibilizar vídeos que, sob seu ponto de vista, possam denegrir a imagem do artista? Além de ser uma espécie de funcionarismo público virtual : existem usuários que conseguem “uppar” clipes, entrevistas e aparições de músicos mais rapidamente que os próprios canais de gravadoras – e às vezes em qualidade superior. E o pior de tudo não é isso : o serviço está somente disponível para os Estados Unidos e Canadá. É claro que a perspectiva é ampliar – mas quaaaaanto tempo poderá demorar para que possamos acessar o conteúdo do site nas terras tupiniquins? Até hoje não é possível ver vídeos da MTV americana sem usar o bom e velho proxy. Bem, quem sabe alguém não acorda para a realidade dos internautas (desocupados) brasileiros, que já dominaram o twitter e mandaram Ashton Kutcher ‘chupar’ literalmente.

Duas coisas : se o site bombar, teremos provavelmente a vitória das companhias de música sobre o liberalismo da internet – à base de um tanto de repressão, diga-se de passagem. Se não bombar, é hora de um novo plano totalmente diferente contra a bancarrota da música comercial.

E a outra é : se era pra escolher entre Canadá e qualquer outro país do mundo, escolheria a Índia : a língua oficial é o inglês, os jovens curtem a cultura ocidental e o mais importante de todos : tem gente lá.

Letícia

Sebo – Relembrando

•12/09/2009 • Deixe um comentário

Como é bom relembrar dos velhos tempos…

E fiz isso achando este vídeo:

Tô rindo demais hauhauahua

Bruno

AMR – I Hate This Part

•12/07/2009 • Deixe um comentário

Análise: Segundo single (terceiro nos Estados Unidos) do álbum “Doll Domination” das Pussycat Dolls. Lançado ainda em 2008, atingindo #11US e #12UK.

Eu detesto essa parte… Qual? Comentar a capa do single, claro…

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Para quem ouviu a estréia das Pussycat Dolls no mundo comercial (antes de cantar, o grupo The Pussycat Dolls era apenas um grupo de dança, que inclusive teve a participação da atriz Carmen Electra!!), percebeu o potencial nada promissor do single “Don’t Cha“. Uma canção que fala sobre nada com um rapper do tipo do Busta Rhymes. Realmente nada poderia sair daí. Nem da grudenta “Stickwitu” (realmente, grudenta até no nome) nem de “Buttons” (onde temos o rap preguiçoso – pra variar – do Snoop Dogg).

Não vale a pena comentar o resto dos singles do álbum de estréia, mas sim um que chamou bastante atenção, vindo do segundo álbum: “I Hate This Part“.

Uma canção com uma melodia simples mas bela em um piano e com batidas um tanto hip-hop (nada que comprometa o resultado final). A produção musical aqui foi cuidadosa, principalmente se você for considerar o nível qualitativo do som das Pussycat Dolls. Fora a performance da Nicole – dentro de suas possibilidades – que mostrou vontade de cantar pela primeira vez (a segunda tenha sido talvez em “Hush Hush; Hush Hush“).

O clipe se passa no deserto e quer nos fazer acreditar que Nicole sabe tocar piano (será? tocar piano e ser artista pop não é pra qualquer um… se não pode perguntar para Freddie Mercury então pergunte para Elton John ou para, claro, Lady Gaga). Não é algo que prenda o interesse, mas a qualidade da música o faz.

Enfim, “Doll Domination” tem menos sacanagem e algo mais substancial musicalmente falando. Apesar de “When I Grow Up” (outra música que fala sobre nada, mas que tem uma produção divertida) e “Bottle Pop” (mesmo caso da anterior), a canção “Hush Hush; Hush Hush” coloca tudo na balança.

Olhando por cima dá pra dizer que as meninas estão no meio do caminho. Mas acho que não tem como esperar nada além disso vindo delas. Afinal, o que vale no final das contas é o corpo da Nicole, a música vai ficar sempre em segundo plano…

Aviso final: um grupo que junta Busta Rhymes, Snoop Dogg e Timbaland pode causar sérios danos mentais, cuidado…

Vídeo da canção (introdução com “Bottle Pop“):

Bruno

AMR : Tik Tok – Ke$ha

•12/07/2009 • Deixe um comentário

Tik Tok é o 1° single do álbum Animal da nova artista Ke$ha. A faixa é um dance pop que….hummm….provavelmente é destinada às pistas, mas está mais perto do salão de festas do colégio.

Há uma série de coisas nessa faixa que são muito irritantes : a mais óbvia delas é a batida; o arranjo musical é baseado nas melodias dos videogames 8-bits – o que deixa a canção um tanto quanto infantil para o seu propósito baladesco, além de nerd : que raio de balada é essa? No próximo clipe ela vai fazer questão de levar Dungeons & Dragons para a boate; até mesmo as meninas do INRI Cristo foram mais bem sucedidas em criar/parodiar faixas dançantes. Outra é a insistência infeliz em utilizar gírias hip-hopescas e palavreado do tipo : cerveja, crunk (dança estilo Soulja Boy), Jack Daniel’s, policiais acabando com a festa, além de ela acordar na banheira de uma casa desconhecida (??). Também a tentativa de parecer uma fanfarrona de primeira categoria – o resultado é uma espécie de Taylor Swift bêbada daquelas Cidras de Natal. Mas com certeza a mais irritante delas é a semelhança gritante com Just Dance de Lady GaGa – a temática da festa infindável é identificada automaticamente; até porque a letra é muito objetiva. A única diferença é que a “versão” de Ke$ha está mais pra um Xuxa só para Baixinhos do que pra Beber, Cair e Levantar.

No fundo, no fundo, a música até que é viciante – mas todos esses contras me fazem querer chutá-la de volta pra creche.

Letícia