Mudamos!

•12/24/2009 • Deixe um comentário

Pessoal, o blog vai mudar de endereço.

http://www.crackolandiamusic.blogspot.com/

Todos os posts (relevantes) foram passados pra lá, não se preocupem.

Por favor, acompanhem por lá!

Beijo WordPress!

Letícia

AMR – Sober

•12/23/2009 • Deixe um comentário

Análise: Segundo single do quinto álbum da cantora P!nk, “Funhouse“. Lançado em Novembro de 2008, atingiu #15US e #9UK.

Será que a Kelly Clarkson curte um goró?

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A P!nk pode mesmo ser considerada uma artista autêntica. Podemos começar falando disso pelo fato dela conseguir convencer as pessoas a chama-la por “P!nk”. Enfim, depois que o Prince quis ser identificado por um símbolo que mais parecia o sinal de alguma seita satânica, nada mais pode impressionar ou causar interesse…

Outro fato é que Alecia Moore (o nome da P?nk) conseguiu tomar as rédeas de sua carreira se retirando do lucrativo filão R&B + Hip Hop no qual estava metida para poder fazer seu rock + punk + sei lá o que. Neste caso, a coisa melhorou e ela acertou em cheio!

Voltando para os dias atuais, P%nk lança o interessante álbum “Fun House” (quase segue em qualidade com seu ótimo álbum anterior, “I’m Not Dead“, de 2006). E dele sai a canção “Sober”.

Aparentemente, a canção é baseada no fato de que uma vez P#nk esteve numa festa onde, depois de um certo tempo, se viu como a única sóbria no local. E ficou se perguntando como as pessoas podiam se divertir daquela maneira.

A canção tem um clima denso, pesado. Lembrando até mesmo o estilo gótico. O que nos lembra que “Sober” poderia se chamar “Call Me When You’re Sober” (dos góticos-mas-nem-tanto Evanescence). E P$nk segue com sua interpretação forte que foi até mesmo indicada para o próximo Grammy.

O clipe é realmente bem interessante. Nele há duas P&nks! Em certo momento as duas vão para cama dar uns amassos! Melhor que uma P*nk na cama, só duas mesmo! E é o clipe mais bem dirigido, artisticamente falando, condizendo com o clima da letra.

Bem, “So What” e “Sober” são bem legais. Mas o combo “Stupid Girls“, “Who Knew” e “U + Ur Hand” foi mais legal ainda. Talvez P¨nk resolva voltar nesta parte e lançar um “I’m Not Dead part II” ou até mesmo “I’m Still Alive, Asshole!”.

Comentário final: Kelly Clarkson (que também brigou para ter o direito de cantar o que bem entende) não foi mal, mas tem muito o que aprender com a Pink (acabaram os caracteres).

Vídeo da canção:

 

Bruno

AMR – One Less Lonely Girl

•12/23/2009 • Deixe um comentário

Análise: Segundo single do álbum “My World (Part I)” de Justin Bieber. Lançado agora no mês de Outubro.

Xuxa só para Eminhos!

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Bem, o artista em questão é canadense (Avril Lavigne com 17 anos cantando coisas como “Sk8er Boi” não foi o bastante pra eles) e tem 15 anos. Não parece promissor né? Pois é… Mais ainda se eu disser que ele foi revelado pelo Youtube (depois que o mesmo revelou Malu Magalhães, coisas como esta já eram previstas). Seu nome é Justin Bieber (ele deve sofrer do complexo de Justin, que faz com que os artistas sejam bobos e infantis. Exemplo máximo: Justin Timberlake.)

Cara, coisas como essa funcionavam nos anos 60/70 com garotos negros de black power, ou até mesmo sem (pra quem não sacou a referência, aí vai o Jackson Five e o New Edition). Neste caso você fica com receio de ser acertado em cheio por alguma chupeta enquanto assiste o vídeo-clipe.

A canção tem gosto de “trilha-sonora da Disney” (pelo menos Miley Cyrus se sai melhor nessa). E, pasmem, tem a participação do Usher na produção. O que mostra que ele age diferente com a produção dos outros. Só falta Usher pintar o cabelo de loiro e montar uma boy-band… Mas o resultado fica no limite da média. O que se tratando de um garoto que devia estar em casa assistindo Sábado Animado, até que tá no lucro.

No clipe, Justin persegue uma garota visivelmente mais velha que ele (porra, eu acho que tô assistindo uma versão musical do seriado “Anos Incríveis”). Seria uma espécie de pedofilia às avessas. O garoto até dança ao estilo Timberlake (mal sinal…). Enfim, a infantilidade é tanta que a Marlene Matos certamente tá envolvida nisso (e até mesmo pelo fato de o diretor do vídeo já ter dirigido a Taylor Swift!). Assistindo o clipe, você se pergunta em qual momento a nave da Xuxa vai descer dos céus (pegando fogo?).

Quem sabe na próxima música, ele não aparece desafiando Billy Ray Cyrus para um duelo pela mão da Noah Cyrus (irmã caçula da Miley)?

Pergunta final: O que diabos ele tá fazendo com um violão numa lavanderia???

Nota final? Três pirulitos… digo, três estrelas…

Vídeo-clipe:

Bruno

AMR – Celebration

•12/21/2009 • Deixe um comentário

Análise: Primeiro single da coletânea “Celebration” da Madonna (canção inédita). Lançado no mês de Julho, atingiu #71US e #3UK.

“Celebrate good times, come on!” oops, não é essa? Ah, foi mal…

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Em 2008, Madonna conseguiu um feito inédito: lançar três singles no mínimo aceitáveis de um álbum – o que é uma média e tanto para ela… “4 Minutes“ (com o dublê de cantor e ex-garoto-de-boy-band Justin Timberlake e Timbaland, cuja a massa corpórea deve ser uns 70% constituida de presunção, arrogância e egocentrismo), “Give It 2 Me” (com o Pharrell, que tem uma participação do tipo “se ninguém te avisa, ninguém sabe que ele tá lá) e “Miles Away” (que, talvez por não ter nenhuma participação [nada] especial, seja a melhor das três).

Eis então que em 2009 Madonna lança uma coletânea chamada “Celebration” (que contém também material inédito). Assim sendo, é lançado o single de mesmo nome, “Celebration“, fazendo Madonna quebrar a maré de singles razoáveis/bons.

Celebration” é o tipo de música fim-de-festa, onde só sobrou cerveja quente, bêbado pendurado em lustre e vômito nos cantos. Ou seja, condizendo exatamente com a qualidade da música. Paul Oakenfold tentou fazer de Madonna sua Kylie Minogue (ou seja, ele só podia tá bêbado quando tentou isso – combinando incrivelmente com o clima da canção) e falhou miseravelmente…

No clipe você pode ver Jesus Luz agindo como DJ (sério, dá pra traçar um paralelo perfeito entre isso e a produção musical do projeto em questão huahauaha). Num vídeo-clipe que parece que foi feito apenas para não deixar o trabalho em branco. A idéia e concepção foram tirados de uma gaveta e tiveram o pó soprado de cima, que horror! Se mal-gosto está sendo transformado em arte, Madonna quer ser pioneira no ramo.

Sobre a coletânea: várias canções de sucesso da Madonna. Do tipo nada de novo. Infelizmente Madonna omitiu uma de suas melhores canções (talvez pelo fato de não ter sido um single): “Spanish Eyes“. Por outro lado, Madonna exibe aqui uma de suas piores canções e um dos piores temas de um 007: “Die Another Day” (ponto para Elton John, hehehe).

Enfim, vamos ver se a Madonna consegue lançar algum novo álbum de inéditas de algum interesse antes de ser pega pela artrose…

Vídeo da canção:

 

Bruno

Quick : Blog mudando de domínio

•12/21/2009 • Deixe um comentário

Pessoal, em breve começaremos a postar em outro domínio – outro “blog”, pode-se dizer – mas estamos passando todo o conteúdo daqui para lá  e assim que estiver tudo pronto, disponibilizaremos o link para vocês..

É claro que é o mesmo conteúdo né – só que demos um “up” na aparência dessa vez!

Beijos!

Letícia

Quick : Música nova de Lady GaGa vaza na internet

•12/20/2009 • Deixe um comentário

(Vazar no jornal seria difícil, mas enfim)

Reloaded conta com GaGa nos vocais e com um rap irritante e desnecessário de Rodney Jerkins (o produtor/DJ Darkchild), que deveria ter ficado só por trás da produção mesmo.

Vou considerar ouvi-la mais algumas vezes por ser da minha querida Gaguíssima – mas a faixa logo de cara mostra que não tem nada contra os hits de The Fame e The Fame Monster.

Letícia

Aconteceu: Michael Jackson vendeu 29 milhões de discos em 2009

•12/20/2009 • Deixe um comentário

He’s unbreakable!

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Vendas mundiais de Michael Jackson superam as 29 MILHÕES de cópias este ano.

Segundo o conhecido site HDD (Hits Daily Double), que recebe suas informações diretamente das gravadoras, Michael Jackson vendeu este ano em todo o planeta mais de 29 MILHÕES de álbuns.

Uma vez que o site se refere diretamente a álbuns (discos), não está incluída nesta contagem as vendas de músicas digitais.

O álbum “King of Pop”, coletânea de músicas de Michael Jackson cuja composição foi votada pelos fãs em cada país que foi lançado, possuindo uma tracklist diferente em cada um deles, é o segundo disco mais vendido no ano na Alemanha.

O país possui um dos maiores mercados fonográficos do mundo e foi um dos poucos lugares cujas vendas de discos do rei do pop sofreram quedas em razão das mentiras da imprensa e acusações ridículas contra ele.

Isto parece ter mudado, com Michael Jackson dominando as vendas este ano, seguindo os astronômicos números em todo o mundo.

#2 Michael Jackson – King Of Pop
#36 Michael Jackson – Number Ones
#46 Michael Jackson – Thriller
#47 Michael Jackson – The Collection
#86 Michael Jackson – This Is It

Já na França, provavelmente um dos países que mais apoiaram Michael antes mesmo de sua passagem, e que já havia feito de Invincible o disco internacional com vendas mais rápidas da história do país, viu as vendas de DVDs musicais do rei do pop voarem das prateleiras, representando mais de 50% de todo o mercado.

Fonte: HDD; UKMix

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É… Michael já vendeu mais após sua morte do que Elvis Presley e John Lennon… uma verdadeira lenda.

Extra: Saiu recentemente uma notícia que o rapper Eminem é o artista que mais vendeu na década com pouco mais de 32 milhões de cópias. Agora eu te pergunto: se Jackson vendeu 29 milhões SÓ em 2009, quem realmente é o artista que mais vendeu nesta década? (detalhe: só o álbum “Invincible vendeu aproximadamente 10 milhões de cópias! não é preciso ser nenhum gênio da matemática pra responder essa…)

Bruno

AMR – 80’s Jukebox 3

•12/20/2009 • Deixe um comentário

Artista: Julian Lennon (08/04/1963)

País de Origem: Inglaterra

Estilo: Rock

Hits: “Too Late for Goodbyes“, “Valotte“, “Say You’re Wrong“, “I Don’t Wanna Know”

Hit da Jukebox: “Too Late for Goodbyes” (1985, #5US – #6UK)

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Too Late for Goodbyes” é o single de maior sucesso de Julian Lennon, filho do falecido ex-Beatle John Lennon. Lançado em 1985, alcançou um top 10 nos dois mercados fonográficos mais importantes do mundo e marcou uma estréia de respeito (o álbum “Valotte” vendeu cerca de 1 milhão de cópias).

Pode se dizer que essa é com certeza uma das melhores músicas vindas de um Lennon. E quase dá pra dizer que veio do John, pois a voz e aparência de Julian são idênticas a do pai. Sem dúvida o garoto deve ter sido alçado como nova salvação para os fãs dos Beatles e do próprio Lennon…

A produção fica por conta de Phil Ramone (excelente produtor que nada tem a ver com a banda The Ramones), que já produziu artistas como Paul McCartney, Bob Dylan, Elton John, Paul Simon, George Michael, Carly Simon, e vários outros. Que ao perceber a responsabilidade do projeto, com certeza se esmerou para o trabalho.

Talvez a carreira de Julian não tenha realmente deslanchado justamente por sua semelhança com John. As pessoas provavelmente ligavam um ao outro sem ligar para a identidade musical existente em cada um. Ou seja: se não vai fazer igual ao pai, então quem liga?

Pena, porque o garoto realmente tinha algo a dizer. Parece que agora ele está colaborando com o irmão caçula, Sean Lennon.

Bruno

Sebo – Relembrando 2

•12/20/2009 • Deixe um comentário

Essa é mais uma das antigas hilárias…

The Farting Preacher

Foda hauahuahau

Bruno

Quick: Darth Vader – O Sacana

•12/20/2009 • Deixe um comentário

Huahuahuahuahua!

Bruno